sexta-feira, 28 de novembro de 2008

terça-feira, 18 de novembro de 2008

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

YouTube - Liberdade 21




Episódio 3
1/5


2/5


3/5


4/5


5/5


Vinceqwerty21

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

LIBERDADE 21 - 2ºEPISODIO

Pertence a Vinceqwerty21

1/6


2/6


3/6


4/6


5/6


6/6

terça-feira, 4 de novembro de 2008

LIBERDADE 21 - 1ºEPISÓDIO

Pertence a Vinceqwerty21


Parte 1/5


Parte 2/5


Parte 3/5


Parte 4/5


Parte 5/5

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

VILA FAIA - WEBEPISÓDIO 79

WEBEPISODIO 79


Pertence a RTP

YouTube - Só visto - Libertade 21

Só Visto na estreia de "Liberdade 21"

Pertence a RTP

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Teatro - "O Mecador de Veneza"

Teatro Nacional São João (Porto)



De 7 a 23 de Novembro de 2008
3ª a Sábado – 21h30
Domingo – 16h00

de
William Shakespeare
tradução
Daniel Jonas
versão cénica
Ricardo Pais, Daniel Jonas
encenação
Ricardo Pais
cenografia
Pedro Tudela
figurinos
Bernardo Monteiro
música
Vítor Rua
desenho de som
Francisco Leal
desenho de luz
Nuno Meira
assistência de encenação
Nuno M Cardoso
preparação vocal e elocução
João Henriques
interpretação
Albano Jerónimo, António Durães, João Castro, Jorge Mota, José Eduardo Silva, Lígia Roque, Luís Araújo, Micaela Cardoso, Paulo Freixinho, Pedro Almendra, Pedro Frias, Sara Carinhas e David Santos, Pedro Ribeiro
produção
TNSJ
classificação etária
Maiores de 12 anos
Mais informações em TNSJ

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

RTP - "Liberdade 21"

Estreia dia 18 de Outubro às 21h15m na RTP.

Retirado de RTP
"Vasconcelos, Brito e Associados é uma das grandes sociedades de advogados da capital, fundada há mais de vinte anos e que com o tempo foi ganhando prestígio, tendo na actualidade quase uma centena de advogados ao serviço.

A relação dos dois fundadores, Raul e Cristina, é intempestiva, mas, apesar de todos os conflitos, sabem que a força da sociedade reside na união muito pouco provável das suas personalidades.

Neste mundo de competição, em que ninguém quer revelar as fragilidades, a vitória é a única saída. Mas será que tudo é permitido em nome da justiça?"

Séries Nacionais
Origem: Portugal - 2008
Produção: RTP/SP Televisão
Realização: Sérgio Graciano
Com: António Capelo,Ana Nave,Ivo Canelas,Rita Lello,Albano Jerónimo,Rúben Gomes,Inês Castel-Branco,Cleia Almeida,Mariana Norton,João Arrais

domingo, 22 de junho de 2008

Teatro - "Omnisciência"


"Omnisciência", em cena no Teatro Aberto, Lisboa, foi escrita pouco tempo depois de 2001, o ataque ao epicentro do poder ocidental. O mundo não voltou a ser o mesmo. E "Omnisciência" retrata precisamente um enorme e invisível mal-estar civilizacional.

Espelha a decadência das democracias, apoiadas na manipulação dos media. Conta histórias de um mundo de cidadãos permanentemente vigiados, onde as pessoas perderam tudo - até a vida privada.

Tim Carlston, o autor do texto, é canadiano e dono de uma ainda curta e premiada dramaturgia. Rasgou as fronteiras do Canadá, foi já representado na Europa e, recentemente, em Washington. Carlston é jornalista e fundador do grupo Theater Conspiracy, sediado em Vancouver.

Nuno Carinhas, o encenador, juntou-se ao realizador e montador Pedro Filipe Marques, uma vez que grande parte da narrativa acontece em suporte vídeo.

A acção acontece numa cidade do futuro e a história é uma espécie de policial. Há quatro personagens - um montador de imagens, um membro da central de segurança, uma militar e uma especialista em requalificação e bem-estar. Entretanto, alguém chega para fazer uma investigação.

A cidade está sitiada por "rebeldes", embora a governação nunca o admita. E são os próprios protagonistas, também eles parte da hierarquia do poder, que estão à prova, na descoberta do caso que abala o sistema.

Ao encenador interessaram sobretudo as relações afectivas e de poder entre as personagens - o facto de serem capazes de se relacionar e de pensar, fugindo das câmaras, é a fronteira que os separa de serem máquinas ao serviço de quem manda. São essas relações que os podem fazer reagir face a um sistema em "ruína".

O encenador é conhecido pela componente visual dos seus espectáculos. Na peça, o vídeo é tão importante como a palavra. Em palco, um espaço aberto, há apenas um ecrã e uma espécie de gaiola fechada com um vidro, de forma a funcionar como mais um ponto de vigia das acções das personagens. Dois grandes espelhos ampliam o espaço e funcionam também como câmaras.

O elenco é composto por Cristina Carvalhal, Albano Jerónimo, João Reis e Inês Rosado.



Grupo/Actores: Albano Jerónimo, Cristina Carvalhal, Inês Rosado e João Reis
Autor: Tim Carlson
Encenador: Nuno Carinhas
Sala: Sala Vermelha
Endereço: Praça de Espanha, 1050-107 LISBOA "
Até 6 de Julho 2008

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Rodagens de "Liberdade 21"


Retirado da revista TVMais.

terça-feira, 13 de maio de 2008

segunda-feira, 3 de março de 2008

Albano no "Só Visto" em entrevista

Ontem o Albano esteve no programa da RTP1, "Só visto".



Durante a entrevista, ofereceram-lhe um relógio e uma T-Shirt "I love Mariette".

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Anúncio do "Mon Cherry" em Dezembro

Entrevista no Correio da Manhã

Correio TV
2008-01-11

Albano Jerónimo em ‘Vila Faia’
"O Godunha é um presente"

Mais magro, a conduzir camionetas ou a manobarar empilhadoras e eternamente apaixonado pela sua Mariette, o Godunha de ‘Vila Faia’ prepara, em breve, o regresso à RTP.

Encantado com a riqueza da sua personagem está Albano Jerónimo, que considera este papel “um presente”. Empenhado em dar credibilidade à interpretação, o actor fez trabalho de campo: “Convivi com camionistas, fiz vários percursos com eles e fiquei a conhecer a dureza desta profissão. O que mais me marcou no Godunha é a luta pela vida e pela sobrevivência.”

Na história, Albano Jerónimo, que não viu ‘Vila Faia’ em 1982 e não tem memória do papel interpretado por Nicolau Breyner, trabalha na empresa de vinhos dos abastados Marques da Vila e mora no bairro da Bica. E, nesta interpretação, nem o recorte linguístico da sua personagem o actor descurou: “Não digo ‘trabalho’ mas ‘ofício’, entre outras expressões, e pratico um lado mais sujo da linguagem.”

PAR ROMÂNTICO: ETERNA MARIETTE

Lidar com a paixão pela prostituta Mariette, papel interpretado por Inês Castel-Branco, vai ser o maior dilema da vida do bondoso e impulsivo Godunha. Albano Jerónimo, que contracena pela primeira vez com a jovem actriz, gaba-lhe a compertência: “Foi uma óptima descoberta, porque é muito profissional.”

Correio da manhã

Albano Jerónimo em Olhares.com

No site Olhares.com existe uma foto do Albano a preto e branco muito gira, aqui fica o link:

Olhares.com