domingo, 26 de dezembro de 2010

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

RTP - O ÚLTIMO CONDENADO À MORTE

RTP - O ÚLTIMO CONDENADO À MORTE

Hoje na RTP Às 23h

FICHA TÉCNICA:
Duração: 95min
Produção: Ana Costa
Realização: Francisco Manso
Autoria: António Torrado
Origem: Portugal - 2009
Classific.: M/16
Com: Ivo Canelas, Maria João Bastos, Nicolau Breyner, João Cabral, Albano Jerónimo, António Fonseca, João Lagarto, Paulo Semedo Silva e Ângelo Torres

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Jogo das Personalidades - Lúcia Moniz e Albano

Albano no 5 para a meia-noite II



retirado de: videos sapo

Albano no 5 para a meia-noite

5 para a meia-noite de 14-09-2010



retirado de: Videos sapo

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Teatro - Imagens dos ensaios

Imagens dos ensaios de "Um Eléctrico Chamado Desejo" que estreia dia 9 de Setembro 2010 no D. Maria II





Retirado de sapo.pt e MSN Starlounge

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Teatro - Glória ou como Penélope morreu de Tédio

Sala Estúdio, no Teatro D. Maria II
06 de Jan a 30 de Jan 2011

Neste espectáculo, a temática da espera e a recusa do luto criam uma figura (Pathos) que, fazendo um hino à espera da mãe, se fecha a si próprio num círculo de espelho directo. Uma espécie de Narciso onde a imagem projectada é a da sua mãe, sem que ele perceba a diferença. Pathos é também inspirado na figura de Telémaco, na “Odisseia” de Homero,que se vê obrigado a esperar juntamente com a sua mãe pelo retorno de Ulisses que partiu para a guerra de Tróia. Em “Glória”, a espera é um bem precioso que revela silêncio e reflexão, mas é também um prejuízo porque é o compasso vazio entre o passado (as memórias vividas) e o futuro por vir que idealizamos nas nossas cabeças.


texto e encenação Claúdia Lucas Chéu
cenografia e figurinos Ana Limpinho
desenho de luz Nuno Meira
desenho de som Vítor Rua
com Albano Jerónimo
co-produção TNDM II, TNSJ e Albano Jerónimo Produções

Retirado de: D. Maria II

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Estreia de "O Inimigo sem Rosto"



Estreia: 05 de Agosto, 2010 no Cinema City Classic Alvalade em Lisboa, apenas!


Sinopse


Um Feiticeiro, um Albatroz e um Turbo. Nomes de código adoptados por necessidade e por «panache». Reúnem-se sempre à volta da mesa para tratar "de coisas sérias" - o contrabando de tabaco e as suas fases do "planeamento estratégico", desde o descarregamento até à entrega ao cliente. Para chegar ao lucro fácil subornam tudo e todos: agentes policiais, autarcas (presidentes de câmara e vereadores) e políticos de carreira. Contratam consultores financeiros e contabilistas para "limpar as contas". Por fim "lavam" as avultadas quantias em novos negócios através de empresas "off-shore". O Feiticeiro - líder do gang - é um advogado, empresário de import-export, e proprietário de um bar. O Albatroz é um comerciante de construção civil. O Turbo é um empresário do sector da restauração e congelados, investe na aquisição de fracções em condomínios de luxo e em carros topo de gama. Um Jovem Inspector e uma Brigada Policial vão tentar desmantelar esta rede criminosa. Através de sucessivos avanços e recuos na investigação da "Teia", «como chamavam internamente ao grupo do Feiticeiro e companhia». Segundo o Inspector-Chefe a investigação chamar-se-á: Operação Costa Brava...

sábado, 10 de julho de 2010

Entrevista no MSN Starlouge

“Considero-me um homem afortunado”
09-07-2010

Albano Jerónimo em entrevista


Já há algum tempo que não o vemos nas novelas, mas ele não pára. Depois de uma temporada dedicado ao cinema, Albano Jerónimo está agora entregue ao teatro, uma das suas grandes paixões. Numa das três peças que o actor tem entre mãos no Teatro D. Maria II, Albano vai trabalhar com a sua companheira, Cláudia Chéu.

Que projectos está a fazer agora?
Acabei de fazer duas curtas. Uma com o Sérgio Graciano, ‘Um Dia Longo’, que é um projecto de que me orgulho muito. E a outra com o Sandro Aguilar, que vai estrear este mês, no Festival de Curtas de Vila do Conde. Estive também a gravar a nova campanha de publicidade da EDP, uma rodagem bastante dura, mas que gostei bastante de fazer por ficar associado ao símbolo EDP, que é sinónimo de credibilidade.

Não costuma fazer publicidade…É verdade, mas gosto muito de fazer. Há quatro anos que não gravava um anúncio, pois antes de aceitar uma campanha é tudo muito bem pensado. É a imagem de actor que está em jogo, por isso escolho sempre bem o produto a que me associo.

Brevemente começa os ensaios da sua próxima peça, ‘Um Eléctrico Chamado Desejo’…É um projecto que tenho muita vontade de abraçar, que vai estar na sala principal do teatro D. Maria II, a partir do início de Setembro. É ensaiada pelo Diogo Infante e vou ter como colegas a Alexandra Lencastre, a Lúcia Moniz, o Pedro Laginha, o José Neves, entre outros. É um elenco com excelentes actores e é sempre um privilégio fazer teatro numa casa como o Teatro Nacional.

Vai estar a trabalhar no Teatro D. Maria II até ao fim de Março…Foi uma feliz coincidência de coordenação de datas e projectos, por isso vou ter uma temporada de seguida no Teatro Nacional. Depois do ‘Eléctrico’, no final do ano, começo os ensaios do meu primeiro monólogo, escrito e encenado pela Cláudia Lucas Chéu. Uma aventura fantástica que me está a dar muita vontade de fazer, pois é a minha estreia nos monólogos, escrito por uma nova dramaturga portuguesa, uma pessoa em que acredito muito. Logo de seguida faço a peça ‘Azul Longe nas Colinas’, encenada pela Beatriz Batarda e mais uma vez com um elenco maravilhoso, com o Bruno Nogueira, o Sérgio Praia, o Leonardo Branco e o Nuno Lopes. Vai ser um reencontro de amigo.

Está entregue ao teatro…E muito bem entregue. É onde me sinto melhor hoje, pois tem-se tempo para trabalhar o projecto artisticamente falando, o que não acontece na televisão.

Voltou a haver o hábito de ir ao teatro?
Acho que os teatros não estão assim tão vazios como se diz. Nas peças que tenho feito tenho tido a felicidade de ter as salas sempre cheias e com pessoas jovens, o que é uma alegria para mim. Tem-se conquistado público, voltou mesmo a haver o hábito de ir ao teatro. Os actores com mais visibilidade chamam pessoas e eu acho que temos a responsabilidade de dinamizar uma entidade cultural que é nossa.

O Albano é um homem do teatro?
Estreei-me no teatro, faço desde os 15 anos. Nasci dentro do teatro e gosto muito. Neste momento prefiro fazer teatro e cinema, pois a televisão tem um ritmo diferente, mais activo, que também é interessante, mas nesta altura da minha vida não é o que procuro.

Mas continua a ser muito procurado para trabalhar em televisão…Felizmente sim. Sinto-me afortunado pelas pessoas continuarem a lembrar-se de mim, porque trabalho para isso. Não tem surgido a oportunidade perfeita para fazer novelas, contudo tenho feito algumas séries, como a ‘Liberdade 21’ e a ‘Cidade Despida’, ambas premiadas no Festival de Monte Carlo.

Não faz novelas há quase três anos, não tem saudades?
Neste momento não. Prefiro ter mais tempo para mim e as novelas ocupam-me bastante, roubam-me tempo com a família e os amigos. Depois não conseguiria fazer novela e teatro ao mesmo tempo, porque não me dedicava da mesma forma. Agora estou a cem por cento no teatro. A última novela que fiz foi a ‘Vila Faia’, por isso acabei em grande. As telenovelas deram-me a conhecer a mais pessoas, por isso fez sentido fazer novelas há uns anos para entrar no mercado de trabalho, hoje já posso escolher os projectos que são melhores para a minha carreira. Mas no futuro quero fazer mais novelas.

É muito discreto, como lida com o facto de ser figura pública…Tenho uma premissa muito forte: a vida pessoal não tem nada a ver com a profissional. Faço uma boa gestão da minha exposição, prefiro não mostrar a minha vida pessoal. Depois tenho uma boa relação com a comunicação social, há um respeito mútuo.

Em Janeiro vai fazer um monólogo com a sua namorada, a Cláudia Chéu…É um privilégio trabalhar com a minha mulher, não só porque acredito no poder artístico que ela tem, mas porque acho que vai ser uma referência. Estou muito feliz por participar e acrescentar algo ao início desta caminhada. O facto de sermos marido e mulher só potencia o resultado final.

É a segunda vez que trabalham juntos…Sim, mas desta vez trabalhamos mais directamente. Na primeira peça, ‘A Poltrona’, foi encenada por ela e eu fiz assistência, agora a peça é escrita e encenada pela Cláudia, vou ser dirigido por ela.

É mais fácil ou difícil trabalhar com a pessoa com quem vivemos?
É muito mais fácil, porque conhecemos a pessoa intimamente logo quase não precisamos de falar, está tudo subentendido.

O Albano diz que é muito orgulhoso da Cláudia Chéu profissionalmente…A minha mulher é uma excelente profissional, é das melhores pessoas que conheço e artisticamente tem muito para dar. A Cláudia além de ser uma excelente actriz, escreve maravilhosamente bem e tem o dom para dirigir pessoas e opiniões artísticas. Ela é uma pessoa afortunada.

Estão juntos há cerca de dez anos…
É verdade. Conhecemo-nos no Conservatório, trabalhámos juntos na nossa primeira peça, crescemos juntos profissionalmente. É o que se chama partilhar a vida, no lado íntimo e no profissional.

Apesar de serem ambos figuras conhecidas, conseguem manter a relação discreta…Eu e a Cláudia zelamos bastante pela nossa vida pessoal. Mas a própria comunicação social dá mais atenção à nossa carreira que à nossa relação e isso é um privilégio, fico muito feliz.

É uma pessoa de bem com a vida?
Todos temos fases melhores e piores, mas considero-me uma pessoa afortunada. Tenho trabalho, saúde e os amigos por perto. Estou de bem com a vida.

Um dos sonhos por realizar é ser pai?
O trabalho faz-me adiar o sonho de ter filhos, devido à instabilidade da minha profissão. Casar e ter filhos faz parte dos meus sonhos como homem, embora eu já me sinta casado, pois o que interessa é os sentimentos e a forma como se sente.

MSN Starlouge

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Teatro - "Um Eléctrico Chamado Desejo"

Quero agradecer à Maria pela informação sobre o próximo trabalho do Albano.

"Um EléctricoChamadoDesejo" de TENNESSEE WILLIAMS

encenação de DIOGO INFANTE

Tennessee Williams (1911-1983) foi um dos autoresque transformou o teatro americano do séculoXX. Disso é exemplo a sua peça “Um Eléctrico ChamadoDesejo” (“A Streetcar Named Desire”), umadas obras-primas da dramaturgia contemporânea,celebrizada no cinema por Vivian Leigh e MarlonBrando. Considerada uma referência pela versatilidadepsicológica das suas personagens, esta peça éagora protagonizada por Alexandra Lencastre que interpreta a heroína. A célebre frase de DuBois, “eu não quero realismo.Eu quero magia”, reflecte a história de uma mulher (caracterizada pela crítica como um auto-retrato de Williams) literalmente atormentada quer pelo seu passado, quer pela sua imaginação. Blanche DuBois (Alexandra Lencastre) é uma frágile solitária beldade sulista que decide visitar a sua irmã, Stella (Lúcia Moniz), que vive num bairro pobrede Nova Orleães. Blanche sente que se aproximado fim de um caminho em declínio na sua vida, mas acaba por se confrontar repetidamente como marido sexualmente agressivo de Stella, Stanley Kowalski (Albano Jerónimo), cujo temperamento rude tanto ofende como atrai a sua educada sensibilidade. Enquanto o jazz dos anos 40 enche os bares locais durante a noite, as tensões crescem até atingirem um ponto de ruptura inevitável.

tradução:HELENA BRIGA NOGUEIRA
cenografia:CATARINA AMARO
figurinos:MARIA GONZAGA
desenho de luz:NUNO MEIRA
desenho de som:RUI DÂMASO

com ALEXANDRA LENCASTRE, ALBANO JERÓNIMO, LÚCIA MONIZ, PEDRO LAGINHA, ANA LÚCIA PALMINHA, JOSÉ NEVES, MARQUES D’AREDE, PAULA MORA,ANDRÉ PATRÍCIO e ESTÊVÃO ANTUNES; produção TNDM II
No teatro D. Maria II
De 9 Set – 31 Out
4.ª a Sáb. 21h30 Dom. 16h

Retirado de:Forum

terça-feira, 8 de junho de 2010

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Globos de Ouro - Melhor Actor de Teatro

Albano Jerónimo estava nomeado para o Globo de Ouro de Melhor Actor de Teatro, mas não ganhou, foi entregue a Virgilio Castelo.

domingo, 9 de maio de 2010

"Cidade Despida" - 3ª Ep

Cidade Despida - 1 / 5


Cidade Despida - 2 / 5


Cidade Despida - 3 / 5


Cidade Despida - 4 / 5


Cidade Despida - 5 / 5


Pertence a: Sequelas

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Hoje - "Cidade Despida"

Episodio 3 de 13

Episodio de hoje:
As coincidências existem e Ana, a jovem coordenadora da Polícia Judiciária vai ter a prova disso mesmo. Momentos depois de se despedir do seu namorado André que veio a Lisboa por causa de uma audição, o banco onde ele vai a entrar é assaltado. André ainda tenta fugir mas leva um tiro na perna e é feito refém.
Ana apercebe-se do que está a acontecer quando chega à PJ. O cerco do Grupo de Operações Especiais da PSP é montado e Rocha fica designado para fazer a mediação. Mas as coisas não correm bem. Diogo, o assaltante e sequestrador, ameaça várias vezes matar André e dois funcionários do banco, Paula e Miguel. Ana tenta manter-se afastada mas não consegue ver o namorado naquela situação e acaba por tomar a iniciativa e falar com o sequestrador. A conversa faz com que ele liberta Paula, em troca de um carro para fugir.
O sequestrador acaba por sair do banco rodeado por André e Miguel para evitar que os “snipers” lhe acertem mas a polícia prepara um tapete de pregos fazendo com que os quatro pneus fiquem furados. Mesmo assim, Diogo persiste na fuga e acaba por embater noutra viatura obrigando o condutor a sair e aproveitando o carro para fugir. A polícia perde-lhe o rasto.
André é levado para o hospital e horas mais tarde depois da polícia lançar uma operação nacional de caça ao homem, Diogo aparece morto a tiro, pelas costas, no Monsanto.
Ana fica intrigada com a morte do assaltante e começa logo investigar. Depois de identificarem o suspeito através das impressões digitais, Valentim descobre que Diogo tinha um companheiro de quarto e Vargas consegue saber que Fábio, o tal companheiro, também tinha estado na mesma cela de Diogo.
A Pj lança então uma verdadeira caça ao homem. Fábio é apanhado em Paris e trazido para Portugal para ser interrogado. O seu álibi confirma-se.

RTP

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Notícia Destak



Retirado do:Jornal Destak

segunda-feira, 19 de abril de 2010

sexta-feira, 16 de abril de 2010

23 de Abril estreia "Cidade Despida"



Segundo o Jornal Destak, a série "Cidade Despida" estreia dia 23 de Abril na RTP, pelas 21h. No elenco está Catarina Furtado, Albano Jerónimo, Oceana Basílio, Pedro Laginha,entre outros.

Fonte: Destak

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

"O Dez" estreia no SAPO e na RTP



Leonel Vieira é o produtor de um projecto pioneiro no audiovisual português: «O Dez», um conjunto de curtas-metragens de tema fantástico, produzidas com valores cinematográficos mas de exibição exclusiva no SAPO e na RTP.
O elenco está cheio de nomes conhecidos, como Ivo Canelas, Albano Jerónimo,São José Correia, António Cordeiro, Elisa Lisboa, Anabela Teixeira e Dinarte Branco.

Os episódios estreiam já no próximo dia 1 de Março no SAPO e a RTP irá transmitir a série em horário nobre nos dias 13 e 14 de Março.

O Dez

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

RTP-Só Visto! - "Cidade Despida"

Apresentação da série "Cidade Despida"

Série Nova - "Cidade Despida"

Acção, crime e investigação são os ingredientes principais de “Cidade Despida”, uma série policial que começa a ser rodada na próxima semana, tem estreia marcada para Março e é a nova aposta da RTP1 na ficção nacional. Trará o regresso de Catarina Furtado (Ana Belmonte) à representação no papel de uma investigadora da polícia judiciária, enteada do director-geral da PJ (António Fonseca), que vive com um pianista (papel de Albano Jerónimo).
"Cidade Despida", ao longo dos seus 13 episódios, conta ainda com as participações de Albano Jerónimo, Oceana Basílio, Cristina Carvalhal, António Cordeiro, António Fonseca, Pedro Laginha, Miguel Moreira, Sérgio Silva, Dinarte Branco, Pedro Carmo.

Apresentação da série

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

2ª Temporada de "Liberdade 21"



A partir desta semana que poderemos voltar a acompanhar o dia-a-dia do escritório de advogados "Vasconcelos, Brito & Associados" e dos seus funcionários.

A primeira temporada foi transmitida na RTP1 ao sábado à noite e agora, mantendo-se o canal de exibição, a série mudará de dia. Sendo-se assim, e de acordo com o site, a estação pública vai exibir "Liberdade 21" com novos episódios (2ª temporada) já hoje, quinta-feira, dia 7, à noite a partir das 21:00



No elenco mantém-se António Capelo, Ana Nave, Ivo Canelas, Rita Lello, Albano Jerónimo, Rúben Gomes.
Catarina Furtado vestirá a pele da personagem Serena Antunes, na segunda temporada de "Liberdade 21".